| Foto: Ilustrativa - IA |
O medicamento é indicado para retardar o declínio cognitivo em pessoas que já apresentam demência leve associada à doença. De acordo com o registro da Anvisa, o lecanemabe atua reduzindo as placas beta-amiloides no cérebro, cujo acúmulo é uma das principais características do Alzheimer. O Leqembi é apresentado na forma de solução para diluição e administração por infusão.
Segundo a Anvisa, a eficácia clínica do medicamento foi avaliada em um estudo principal que envolveu 1.795 pessoas com Alzheimer em estágio inicial, todas com presença de placas beta-amiloides no cérebro. Os participantes receberam Leqembi ou placebo durante o período de acompanhamento.
“A principal medida de eficácia foi a mudança nos sintomas após 18 meses”, informou a agência. A avaliação foi feita por meio da escala de demência CDR-SB, utilizada para medir a gravidade da doença de Alzheimer e o impacto do comprometimento cognitivo nas atividades diárias dos pacientes.
De acordo com os resultados, no subgrupo de 1.521 participantes, os pacientes tratados com o novo medicamento apresentaram um aumento menor na pontuação da escala CDR-SB em comparação àqueles que receberam placebo, indicando uma progressão mais lenta da doença.
Fonte: metro 1






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