O excesso de gordura corporal ocorre quando há acúmulo acima do considerado adequado para o funcionamento do organismo. A condição está relacionada a fatores como alimentação desequilibrada, sedentarismo, predisposição genética e alterações hormonais.
De acordo com especialistas da área da saúde, o acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal, pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão arterial e problemas nas articulações. Também pode interferir no funcionamento do fígado e no equilíbrio dos níveis de colesterol e glicose no sangue.
A avaliação do excesso de gordura pode ser feita por meio de indicadores como o índice de massa corporal (IMC), a circunferência abdominal e exames clínicos mais específicos. Esses parâmetros auxiliam profissionais de saúde na identificação de riscos e na orientação de condutas adequadas.
A prevenção envolve a adoção de hábitos como alimentação balanceada, prática regular de atividade física e acompanhamento médico. Em alguns casos, pode ser necessária a orientação de nutricionistas e educadores físicos para a elaboração de planos adequados à realidade de cada pessoa.
Especialistas alertam que o controle do excesso de gordura corporal contribui para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de complicações de saúde a longo prazo.






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