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| Foto: Divulgação / Sesab |
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidências de que a BA.3.2 cause doença mais grave. A entidade informou que a variante apresenta escape relevante de anticorpos, mas ainda sem vantagem clara de crescimento sobre outras cepas em circulação.
A BA.3.2 foi identificada pela primeira vez na África do Sul, em 2024, e voltou a avançar a partir de setembro de 2025. Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, chegou a cerca de 30% das amostras analisadas em três países europeus: Dinamarca, Alemanha e Holanda. O Brasil ainda não registrou casos.
Segundo a OMS, não há aumento de internações, casos em UTI ou mortes ligados à variante nos locais onde ela circula. A organização avalia que não há risco adicional à saúde pública neste momento, mas recomenda vigilância contínua. A principal orientação segue sendo manter a vacinação em dia.
Fonte Metro 1







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