| Foto: Reprodução |
Segundo o Odara – Instituto da Mulher Negra, que acompanha e assessora o caso, o crime é tratado como feminicídio mesmo sem a localização do corpo da vítima. O principal suspeito é o ex-companheiro de Tainara, que permanece preso preventivamente.
Tainara tinha 27 anos, era trancista e morava na comunidade quilombola de Acutinga Motecho, localizada no território da Bacia do Iguape, em Cachoeira. Mãe de duas meninas, de 11 e 2 anos, ela era conhecida na comunidade pelo envolvimento em atividades de cuidado com mulheres e crianças.
Relembre o caso
De acordo com as investigações, no dia 9 de outubro de 2024, Tainara saiu de casa para se encontrar com o ex-companheiro, com quem mantinha um relacionamento marcado por episódios de violência. A última vez que foi vista foi no porto da cidade, acompanhada por ele e outros homens que ainda não foram identificados.
Durante as investigações, o suspeito apresentou três versões diferentes sobre o que teria ocorrido naquele dia. Desde então, o corpo da jovem não foi encontrado e não há informações conclusivas sobre o seu paradeiro.
Fonte: Acorda Cidade






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