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| Foto: Reprodução |
Entre as novidades previstas para 2026 está a cobrança híbrida, que permitirá pagar uma conta via QR Code ou boleto. A função já existe de forma opcional, mas deve se tornar obrigatória a partir de novembro.
Também está prevista a possibilidade de pagamento de duplicatas escriturais pelo Pix, facilitando operações de crédito e reduzindo custos. Outra mudança é a integração do Pix ao pagamento de impostos em tempo real, sistema que está sendo desenvolvido pela Receita Federal dentro da reforma tributária.
Para 2027, a expectativa é ampliar o uso do Pix fora do Brasil. O chamado Pix internacional, já usado de forma limitada em países como Argentina e Portugal, deve ser expandido e integrado a sistemas de pagamento de outros países.
O Banco Central também estuda o Pix em garantia, que permitirá usar valores a receber via Pix como garantia para empréstimos, especialmente para autônomos e pequenos empreendedores.
Outra funcionalidade prevista é o Pix por aproximação, que permitirá fazer pagamentos sem internet. Já o Pix parcelado ainda está em discussão e não tem previsão de lançamento. A ideia é criar regras padronizadas para esse tipo de operação, com o objetivo de aumentar a concorrência entre bancos e reduzir os juros.
Fonte: Metro 1







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