| Foto: Reprodução/Canva |
De acordo com o vice-ministro das Relações Exteriores, Kazem Gharibabadi, o plano prevê a organização da circulação de embarcações na área, considerada uma das mais estratégicas para o comércio global. Atualmente, a passagem permanece fechada, o que tem intensificado tensões e impactos econômicos.
A situação tem gerado crescente pressão internacional. Cerca de 40 países defenderam a reabertura imediata do estreito, enquanto nações do Golfo Pérsico solicitaram à Organização das Nações Unidas autorização para uso da força, diante dos prejuízos às exportações da região.
O Estreito de Ormuz é responsável pela circulação de aproximadamente 20% do petróleo comercializado no mundo. O controle da passagem é compartilhado entre o Irã e Omã, que possui território na costa sul da área.
Fonte: metro 1






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