| Foto: Divulgação/ViaBahia |
A maioria dos animais resgatados é composta por aves, que lideram com ampla diferença, enquanto répteis e mamíferos aparecem em menor número. Segundo a PRF, o transporte ocorre principalmente em ônibus interestaduais, com os animais escondidos em bagagens, caixas ou gaiolas improvisadas, muitas vezes sem ventilação, água ou alimentação adequada.
As ocorrências se concentram em rodovias estratégicas, com destaque para a BR-116, seguida pelas BR-101 e BR-242, indicando os principais corredores logísticos usados pelo tráfico.
Um caso recente ilustra esse padrão. Em Poções, no sudoeste baiano, quatro ouriços-pigmeus-africanos foram apreendidos durante fiscalização em um ônibus que fazia o trajeto entre São Paulo e Ceará. Os animais estavam no bagageiro, sem documentação e em condições inadequadas.
A legislação brasileira exige documentação, identificação e comprovação de origem para o transporte de animais, regras que, quando descumpridas, resultam em multa e outras penalidades. Além disso, o tráfico provoca impactos diretos à biodiversidade e à saúde pública.
Fonte: Metro 1






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