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| Foto: Reprodução/Internet |
Em entrevista ao Acorda Cidade, o professor Jorge Luiz, Diretor do Departamento Jurídico do Sinpro Bahia, esclareceu sobre a pauta de reivindicações. Ele informou que a paralisação foi aprovada pelos professores em assembleia no dia 1º de junho. Outra reunião está agendada para acontecer no dia 9, às 8h, na sede do sindicato, onde a categoria irá definir os rumos da paralisação.
“O Sinpro apresentou uma convenção coletiva com uma série de ganhos econômicos e sociais para os professores, e o sindicato patronal veio com uma contraproposta de manutenção da convenção e revisão de 21 cláusulas convencionadas, para retirada de direitos dos professores”, protestou o representante sindical.
Entre as cláusulas questionadas pelo sindicato patronal está a concessão de bolsas de estudos para os filhos dos professores contratados pelas escolas. “Estão querendo praticamente anular esse direito, dando ao profissional apenas 40% de desconto na matrícula ou mensalidade”, informou.
Outro ponto de conflito é a sobrecarga de trabalho dos professores da rede privada, que não são remunerados pelas atividades extraclasse.
“A assembleia do dia 9 vai decretar o estado de greve, que é um indicativo de que haverá outra assembleia para decidir pela paralisação efetivamente das atividades. A gente espera o diálogo, pois a greve é a última alternativa a ser adotada, quando ele não avança. A proposta aceitável hoje é discutir, no mínimo, o reajuste, porque nem isso o sindicato patronal quis negociar.”
Com informações do repórter Ed Santos, do Acorda Cidade







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